Saúde e Boa Forma

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Com a chegada do inverno e de doenças típicas desta estação, muitas pessoas passam a adotar um hábito muito perigoso: a automedicação. Esse ato é praticado por 3 em cada 4 brasileiros, de acordo com um estudo realizado pelo ICTQ (Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade).

Além do aumento nos casos de gripes, resfriados, dores de garganta e nariz entupido, a falta de informação, a comercialização de remédios sem receita e a precariedade dos serviços públicos de saúde podem ser fatores que impulsionam a automedicação.

O problema é que muitas vezes são tratados apenas os sintomas, e não a causa do problema. Com isso, além de não ser resolvido, o quadro pode até se agravar. É o caso do descongestionante nasal, um dos produtos mais comprados nas farmácias durante o inverno. Ele pode até proporcionar o alívio imediato, mas não eliminará o agente que está causando a congestão nasal.

Alguns desses produtos, inclusive, contêm substâncias que causam a dependência se usados em longo prazo. Se adotada com frequência, automedicação também pode causar diversos efeitos colaterais, como aumento da pressão arterial, aumento da frequência cardíaca, risco elevado de reações químicas e até perfuração do septo nasal.

Por isso a recomendação é não se automedicar e consultar um médico especialista, caso os sintomas persistam por muitos dias.

Foto: Shutterstock.com

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